Fundada no século XIX pela família Chaves, a propriedade é um dos expoentes máximos do terroir de Portalegre. Em 2017, passou a ser gerida pela Fundação Eugénio de Almeida (o prestigiado produtor do Cartuxa), que tem vindo a revitalizar a marca, respeitando o seu legado de exclusividade.
Vinha de Altitude: Ao contrário da planície alentejana, as vinhas aqui estão situadas entre os 350 e os 450 metros de altitude. Este fator, aliado aos solos graníticos, resulta em vinhos com uma frescura, acidez e elegância que são raros no resto do Alentejo.
Património de Vinhas Velhas: A Tapada do Chaves possui algumas das parcelas de vinhas velhas mais importantes da região (com mais de 100 anos), que conferem aos vinhos uma complexidade e profundidade aromática impossíveis de replicar em vinhas jovens.
Estilo Clássico e Intemporal: Os vinhos são conhecidos por serem menos “óbvios” e mais cerebrais. São vinhos de guarda, que evoluem magnificamente em garrafa, ganhando notas de evolução finas e uma textura sedosa.
Gamas de Prestígio: O Tapada do Chaves Reserva (Branco e Tinto) é o coração da casa, mas o Vinhas Velhas representa o topo da pirâmide, sendo um dos vinhos mais cobiçados por colecionadores.
Em resumo: É a aristocracia dos vinhos do Alentejo. Um produtor que privilegia o detalhe, a história e a frescura da montanha, oferecendo vinhos que são verdadeiros exercícios de equilíbrio e longevidade.
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