Este produtor é um símbolo do renascimento do Vinho de Talha na sua forma mais autêntica. O nome é uma homenagem direta às 26 talhas que compõem a adega original, onde o vinho é feito hoje exatamente como era há gerações, sem recurso a tecnologias modernas de fermentação.
Adega do Mestre Daniel: O coração do projeto é a adega do avô de um dos sócios, o Mestre Daniel. O espaço foi preservado para manter as condições ideais de temperatura e humidade que o barro exige, servindo quase como um museu vivo da enologia romana.
O Ritual da Vidigueira: Situada na capital do Vinho de Talha, a XXVI Talhas utiliza as castas típicas da região (como o Antão Vaz, Diagalves e Roupeiro nos brancos; e a Tinta Grossa nos tintos). O vinho é feito com a “mãe” (o engaço), pisa a pé e selado com azeite.
Frescura Natural: Graças ao microclima da Vidigueira, os vinhos da XXVI Talhas conseguem um equilíbrio notável. Apesar da textura rugosa e terrosa típica do barro, mantêm uma acidez vibrante que os torna surpreendentemente frescos.
Marcas com Alma:
Mestre Daniel: Uma homenagem direta ao patriarca, com vinhos que seguem as receitas e métodos mais antigos.
XXVI Talhas: A marca principal que explora a pureza das castas locais em contacto com o barro.
Tareco: O nome tradicional alentejano para o vinho novo, consumido logo após a abertura das talhas no São Martinho.
Em resumo: É um produtor “arqueológico” que entrega vinhos carregados de história e textura. É a escolha perfeita para quem quer conhecer a identidade mais rústica, honesta e ancestral do Alentejo, longe dos perfis comerciais e tecnológicos.
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